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Leo Janeiro: a life in music

Um Q+A com um dos mais proeminentes nomes da Dance Music nacional

  • Mixmag Team
  • 15 November 2017

Um dos mais proeminentes artistas da Dance Music nacional, Leo Janeiro falou com exclusividade para Mixmag sobre alguns de seus projetos e sobre a carreira profissional.

A entrevista foi publicada na Mixmag Mobile, disponível em formato digital na Apple Store e Google Play. O material tambem está na edição #23 da revista impressa.

Conte sobre os primórdios, o interesse pela música, o início do início

Música sempre foi algo muito importante na minha família e desde pequeno este contato foi presente.

Minha mãe tinha muitos vinis e cassetes dos mais diversos estilos, de samba a disco (Tim Maia, Cassiano, Barry White, Earth Wind & Fire e tantos outros).

Na minha casa, a gente ouvia de tudo, todos juntos. Então música, para mim, está sempre ligada a momentos felizes, em boa companhia.

Acho que isso ajudou no empurrão inicial e fico feliz por ter tido uma infância com este ambiente musical.

Cite o primeiro gig, agência, booker, residência, …

Minha primeira agência foi a Smartbiz. O Fernando Moreno foi um cara que me ajudou pra caramba no início e fizemos um trabalho muito bacana. Só tinha “faixa preta” na agência e fiquei feliz por fazer parte disso.

Primeira gig é difícil lembrar [risos], mas me lembro da primeira viagem para uma data fora do Rio. Era um vôo com conexão para Cuiabá. Resumindo, quase perdi o vôo pois confundí a conexão e quase fui para Manaus [risos]. No fim deu tudo certo. A festa não foi cheia, mas representava um passo muito importante.

As produções que mais marcaram a sua carreira

Difícil citar uma porque nos últimos anos tenho me dedicado ao estúdio, produzindo ou aprendendo.

Depois de algum tempo tocando, você entende que algumas coisas, musicalmente falando, fazem parte do seu DNA e é nisso que estou focado.

Ando muito satisfeito com o que vem saindo do meu home studio pois acredito que tem mais de mim nas faixas, tenho mais maturidade ao mostrar quem sou e quem sempre fui através do meu som.

E as residências Warung e Beehive?

Surgiram em momentos muito importantes. A do Warung eu já tinha tocado algumas vezes no club, o [Gustavo] Conti e [Gustavo] o Rassi, dois grandes amigos me convidaram durante um almoço.

Fiquei chocado [risos] mas muito feliz por saber que essa seria uma grande oportunidade. Tento sempre de alguma maneira merecer estar neste super time, um dos melhores clubs do mundo.

O Beehive é com certeza um club pelo qual todo DJ tem respeito. Sempre muito bom, o público te abraça e faz de cada noite algo único. Gosto de toda turma envolvida, somos amigos e fico feliz por este sucesso.

Você é consultor da Austro Music. Como surgiu essa parceria?

Sou convidado para consultorias. Neste caso, a Som Livre me procurou para ajudar na construção do Austro.

Foi incrível, pois pude trabalhar com vários profissionais, entre eles dois grandes amigos: o Rene Junior (artístico da SL) e a Melissa Piper (produtora executiva
de grandes eventos).

Além disso, poder contribuir de alguma maneira é importante. Como consultor é diferente pois a decisão final sempre foi deles. Agora já estão na ativa, procurando fazer um bom trabalho. É fundamental termos mais iniciativas e possibilidades dentro do nosso mercado.

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