Artists to Watch
VICTORIA WHYNOT questiona limites enquanto consolida sua presença global; conheça-a!
Ela será a primeira DJ mulher argentina a se apresentar no UNVRS Ibiza, a convite de Carl Cox
Ser DJ é fácil. Ser DJ e vencer Future Talent Awards entre 6 mil competidores, tocar ao lado de The Chemical Brothers e Fatboy Slim, consolidar presença em Pacha Ibiza e ser convidada como palestrante no International Music Summit não é.
VICTORIA WHYNOT fez tudo isso respondendo uma pergunta que a maioria não ousa fazer: por que não? Ou, inglês, why not? Essa mentalidade de questionar limites ao invés de aceitá-los está no núcleo de tudo o que ela faz, desde suas escolhas artísticas até sua estratégia de carreira.
Seu nome artístico nasce como uma resposta a todas as vezes em que a sociedade diz que algo é impossível. Para Victoria, vinda de Córdoba, na Argentina, significa aceitar possibilidades, questionar o status quo. Um lembrete constante: por que não tentar?
Foi essa filosofia que moldou sua trajetória desde o início. Aos 13 anos, descobriu a house music através de pioneiros como Frankie Knuckles, Marshall Jefferson e Kevin Saunderson. Mas antes de se tornar DJ, treinou balé clássico por mais de 12 anos - experiência que também influenciaria seu futuro. A disciplina, estrutura e narrativa emocional da dança clássica moldaram a forma como ela sente ritmo, dinâmica e fluxo em cada set.
Hoje, seu som transita livremente entre house, detroit techno e indie dance - um estilo que permite contar histórias através da pista, guiando o público por jornadas emocionais intensas e altamente energéticas.
Parte de sua abordagem também inclui uma visão diferente sobre saúde e longevidade na carreira: ela treina regularmente e mantém o foco em bem-estar físico e mental, priorizando uma construção sustentável de carreira em uma indústria historicamente associada a estilos de vida pouco saudáveis.
Highlights artísticos
Victoria já se apresentou em alguns dos palcos mais importantes do mundo. Pacha Ibiza ao lado de Pete Tong e CamelPhat. Paradise by Jamie Jones. Creamfields, Lollapalooza, Cosquín Rock, ADE - sempre em palcos principais. Fez também dois closing sets para The Chemical Brothers logo após seus shows, além de duas apresentações com Fatboy Slim, incluindo uma em arena na Argentina com mais de 30 mil pessoas.
Como produtora, também soma conquistas importantes, incluindo lançamentos no selo do lendário Kevin Saunderson (pioneiro do Detroit techno), a KMS Records, pela Detroit Classic Gallery (DCG), e pela Otherwise Records, selo comandado por Kolombo e o brasileiro Fran Bortolossi.
Em 2025, tornou-se a única artista argentina convidada como palestrante oficial no International Music Summit, tanto em Ibiza quanto em Dubai - posição que mantém em 2026, consolidando sua voz como uma pensadora relevante sobre o futuro da música eletrônica.
Novidades para 2026
Pela frente, a artista terá três motivos para celebrar. Já neste mês de abril, dia 17, lança um single em colaboração com o produtor australiano Michele Conte pelo selo de Carl Cox, 23rd Century DGTL.
Poucos meses depois, lança seu próprio selo - movimento estratégico que permite desenvolver sua visão artística de forma independente enquanto apoia novos artistas.
Durante a temporada de Ibiza em 2026, fará sua estreia no palco principal do UNVRS Ibiza, dentro da residência de domingos de Carl Cox, tornando-se a primeira DJ mulher argentina a se apresentar lá.
Victoria se vê como representante de uma nova geração latino-americana fazendo suas vozes serem ouvidas no cenário eletrônico global.
Sua carreira prova que talentos da região podem ocupar os mesmos palcos que os maiores nomes do mundo - mas sem deixar de lado quem é ou de onde veio.
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Imagens: Divulgação

